Central de Atendimento

 

De segunda a sexta, das 8h às 20h. Para atendimento direto ligue 3188-5200
 

Precisa fazer uma denúncia ao Sindicato? Ou o que deseja é consultar ações jurídicas - individuais e coletivas - aposentadoria, cálculo de contribuição e valor?

Se a informação que o bancário precisa é sobre algum desses assuntos ou se quer apenas saber sobre o desconto no teatro, próximo filme que será exibido no CineB, sobre a programação do Café ou se matricular em algum curso de formação, A Central à disposição para tirar dúvidas e encaminhar às devidas secretarias.

A Central funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. São dezenas de serviços aos associados em uma área de 500 metros quadrados no andar térreo do edifício Martinelli (Rua São Bento, 413). Os sócios têm um espaço para relaxar e podem utilizar internet no Cyber que também funciona até as 20h. O serviço é gratuito.

> Clique aqui e veja como fazer para se sindicalizar

Principais serviços

Informações gerais
Consultas sobre FGTS, IR, legislação, recebimento de denúncias.

Secretaria Cultural
Venda de ingressos, pacotes de viagens e outros eventos, informações sobre convênios e eventos.

Secretaria de Formação Sindical
Inscrições em cursos de formação, emissão de cartas para escolas e faculdades conveniadas, informações sobre cursos e convênios.

Secretaria de Saúde
Encaminhamento ao serviço médico, informações sobre a área.

Secretaria Jurídica
Entrada de processos individuais, consultas, informações sobre ações (inclusive coletivas), agendamento de consulta com advogados; informações jurídicas em geral.

Secretaria Financeira
Processo de filiação, entrega de brindes e prêmios da campanha de sindicalização, informações gerais.

Secretaria de Bancos
Informações políticas. Haverá sempre um diretor do Sindicato de plantão.

Bancredi
Atendimento a cooperados e interessados em participar. 

Perguntas e respostas: tire suas dúvidas

  • Sindicalização

  • 1. Como faço para me sindicalizar?

    Você, bancário, tem várias opções:

    a) No site do Sindicato, clique em Sindicalize-se. Preencha a ficha, enviando todos os seus dados. A entidade irá entrar em contato, depois, um diretor ou funcionário irá passar em seu local de trabalho para que você possa assinar a filiação. Mas lembre-se, só depois da assinatura é que seu pedido será devidamente aceito.

    b) Se você preferir, clique no link Sindicalize-se, imprima a ficha, assine e entregue nas regionais ou para um dos representantes do Sindicato que vão ao local de trabalho. c) Compareça à Central de Atendimento, rua São Bento, 413 – Centro.

    d) Compareça a uma das regionais.

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  • 2. Qual o valor da mensalidade sindical e sua forma de pagamento?

    a) Para Bancários : 1% do salário bruto, acrescido do valor R$ 10,03 (dez reais e três centavos), limitado em R$ 117,82 (Cento e dezessete reais e oitenta e dois centavos).

    b) Para Financiários : O valor da mensalidade é de 1% do salário bruto, mais R$ 9,99 (nove reais e noventa e nove centavos), com teto de R$ 115,57 (Cento e quinze reais e cinquenta e sete centavos).

    c) Para os funcionários das Cooperativas de Crédito o valor é 1% do salário bruto, acrescido do valor R$ 8,56 (oito reais e cinquenta e seis centavos), limitado a R$ 103,47 (Centro e três reais e quarenta e sete centavos).

    d) Estagiários, Terceirizados e outras categorias (pagamento por boleto semestral): 1% do salário mensal, limitado a R$ 117,82.

    Pagamento com boleto - 1%

    Teto - R$ 117,82

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  • 3. Como faço para cancelar minha sindicalização?

    Você deve entrar em contato com o Central de Atendimento (3188-5200), solicitando o cancelamento. Após o pedido um representante do Sindicato entrará em contato no prazo de 72 horas. Mas lembre-se: o cancelamento da sindicalização só poderá ser feito na Central de Atendimento, que fica na Rua São Bento, 413 – Centro.

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  • 4. Acabei de me transferir de um banco para outro. Minha sindicalização continua valendo?

    Para que a sua sindicalização continue ativa, é necessário preencher um documento de autorização de desconto de mensalidade no novo banco (transferência de sindicalização).Este documento pode ser preenchido: a) Ligando para Central de Atendimento (3188-5200) e solicitando que um dos representantes do Sindicato compareça em seu local de trabalho para assinar a transferência de sindicalização. b) Comparecendo em uma das regionais. c) Comparecendo na Central de Atendimento Pessoal - Rua São Bento, 413 – Centro – Atendimento - Segunda à Sexta das 8h às 20h.

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  • 5. Se eu mudar de base, tenho que avisar o Sindicato de São Paulo, Osasco e Região?

    Sim, nesta situação, é necessário comunicar o Sindicato pelo fax 3104-3033, informando sobre a mudança de base e mencionando seus dados como nome,banco,matrícula do banco e telefone para contato e assinatura.

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  • 6. Como posso solicitar a segunda via da minha carteirinha de sócio do Sindicato?

    Para obter a segunda via da sua carteirinha de sindicalizado, basta seguir um dos itens abaixo: a) Enviar e-mail (centraldeatendimento@spbancarios.com.br), com os seguintes dados:nome completo, banco, nº da matrícula sindical e funcional, endereço atual completo. b) Ligar para Central de Atendimento (3188-5200) e fazer a solicitação. c) Direto na Central de Atendimento Pessoal - Rua São Bento, 413 – Centro – Atendimento - Segunda à Sexta das 8h às 20h. d) Comparecer em uma das regionais.

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  • 7. Como faço para atualizar meu cadastro?

    Para atualizar seus dados de sindicalizado, basta seguir um dos itens abaixo: a) Enviar e-mail (centraldeatendimento@spbancarios.com.br), com os seguintes dados:nome completo, banco, nº da matrícula sindical e funcional, endereço atual completo e telefones de contato. b) Ligar para a Central de Atendimento (3188-5200). c) Comparecer na Central de Atendimento Pessoal - Rua São Bento, 413 – Centro – Atendimento - Segunda à Sexta das 8h às 20h. d) Comparecer em uma das regionais

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  • 8. Esqueci meu número de matrícula sindical. Como faço para recupera-lo?

    Caso isto ocorra envie um e-mail para centraldeatendimento@spbancarios.com.br, informando o nome completo, banco e número de sua funcional. Se preferir, ligue para a Central de Atendimento (3188-5200) ou compareça pessoalmente na Central de Atendimento Pessoal Rua São Bento, 413 – Centro – Atendimento - Segunda à Sexta das 8h às 20h.

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  • Jurídico

  • 1. Gostaria de saber como está o andamento do meu processo?

    Você pode ligar para a Central de Atendimento (3188-5200), e solicitar um retorno do advogado. È necessário informar o número do processo, vara e ano. Para maiores detalhes e consulta da pasta do processo,é necessário agendar um horário (3188-5200), para uma consulta com o advogado de plantão na Central de Atendimento Pessoal - Rua São Bento, 413 – Centro.

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  • 2. Gostaria de saber mais sobre a Comissão de Conciliação Voluntária.

    O Sindicato firmou acordos coletivos de trabalho para a criação de Comissões de Conciliação Voluntária com diversos bancos. Atualmente, temos em funcionamento as CCVs do Banco Santander, Itau Unibanco e Caixa Econômica Federal.

    A fim de esclarecimento, convém detalhar como funciona uma CCV. Trata-se de procedimento extrajudicial, no qual o bancário(a) procura o sindicato, na intenção de formalizar um pedido com as reivindicações de direitos decorrentes do contrato de trabalho, como por exemplo, 7ª e 8ª hora, excedentes a 8ª hora diária, equiparação salarial e salário substituição.

    Aos interessados, o agendamento deve ser feito pela Central Telefônica (3188-5200) ou pessoalmente na Central de Atendimento Pessoal Rua São Bento, 413 – Centro - Atendimento - Segunda à Sexta das 8h às 20h. Para se submeter ao procedimento da CCV, o bancário deverá providenciar os seguintes documentos: (02 cópias do RG e CPF (ou CNH), 01 cópia da CTPS (folhas – foto, qualificação civil, contrato de trabalho (constando admissão, alterações contratuais e desligamento), além do TRCT.

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  • 3. Gostaria do auxílio do Sindicato para entrar com um processo trabalhista. Como faço?

    É necessário agendar uma consulta com os advogados de plantão para análise do caso. O agendamento deve ser feito pela Central de Atendimento (3188-5200) ou pessoalmente (Rua São Bento, 413 – Térreo – Centro).

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  • 4. Como sei se tenho direito a receber dinheiro pela ação movida pelo Sindicato sobre o FGTS dos planos Collor e Verão?

    Não existe uma relação de nomes. A ação do Sindicato contempla todos os bancários sócios ou não que estavam trabalhando em banco em 28 de janeiro de 1993 e que tinham conta vinculada do FGTS em janeiro de 1989 e abril de 1990. Caso o bancário tenha feito acordo com o Governo/CEF até 31/12/2003 (adesão pela CEF, pelos Correios ou pela Internet) está fora da ação do Sindicato. Se não aderiu a este acordo, faz parte da ação. O Sindicato conseguiu em maio de 2005 a liberação integral dos expurgos. Para mais esclarecimentos, entre em contato com a Central de Atendimento no telefone 3188.5200 ou pelo site www.spbancarios.com.br.

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  • 5. Qual é o andamento do processo de horas extras do Banerj?

    A ação foi finalizada. Para saber se você tem direito, ou para mais informações, ligue para 3188-5200.

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  • 6. Como faço para saber se tenho direito a ação do Anuênio do Itaú?

    Tem direito a receber o anuênio os bancários ativos, aposentados e ex-empregados que tenham completado no minimo um ano de banco em março de 80. Para saber se o seu nome consta da lista e quais os documentos necessários para o recebimento favor ligar para a Central de Atendimento ao Bancário, fone: 3188.5200.

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  • 7. Sentença da Educação (Mandado de Segurança Coletivo) que permitia aos bancários sindicalizados, a dedução integral dos gastos com educação. Como proceder?

    O Mandado de Segurança Coletivo nº 970000192-0 de 17/04/1997 que possibilita a categoria bancária a deduzir despesas integrais de educação foi julgado pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF) em 07/05/2008, cuja íntegra da decisão por 2 (dois) votos a 1 (um), deu provimento ao apelo da Receita para não autorizar o desconto integral das despesas de educação, devendo ser observado o teto imposto pela Receita Federal. A tese vencedora fundamentou suas razões na legalidade estrita, isto é, assevera que “não havendo lei que estabeleça a redução da base de cálculo, como no valor efetivamente desembolsado pelo contribuinte a título de gastos com educação, não se poderá falar em exclusão de parcela de rendimento ou provento da base de cálculo do imposto de renda, uma vez que a instituição de tributos e a concessão de eventuais benefícios fiscais reclamam a existência de lei. (...) Aliás, em estrito cumprimento ao disposto no § 6º do art. 150 da Carta Magna, não poderia o Judiciário estabelecer isenção ou redução de qualquer tributo, sob pena de usurpação de funções”. O referido acórdão foi omisso quanto ao termo inicial de eficácia da cassação, ou seja, não especificou se os efeitos da decisão irão ou não retroagir à época da propositura da ação. Aos que se utilizaram da decisão favorável antes existente na hipótese de serem convocados pela Receita Federal (recebimento de notificação) devem seguir as orientações abaixo: Atualmente a Receita Federal está emitindo comunicados – notificações – referentes à cobrança do Imposto de Renda Relativo aos anos bases em que o bancário utilizou a liminar da educação. A liminar, na época de sua atividade, suspendia a cobrança. Entretanto, com o atual julgamento do recurso que deu provimento ao questionamento da União, a liminar perdeu sua eficácia, sendo neste momento, válida a cobrança do Imposto de Renda no período de utilização da liminar. Importante verificar quais os atos requeridos pela Receita Federal que podem compor: a) Retificação das declarações antigas; b) Recolhimento do IR com DARF Assim, a sugestão é o comparecimento a agência da Receita Federal a qual foi enviada a comunicação e verificar a melhor forma de como realizar os acertos devidos com a Receita Federal. Há notícias de que o parcelamento está sendo apresentado como uma forma de resolução da questão, inclusive com a exclusão de multas e correção.

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  • 8. Procedimentos para Homologação

    1 - AGENDAMENTO DE HOMOLOGAÇÃO Para agendar homologação, basta trazer na Central de Atendimento Pessoal ( Rua São Bento, 413) 48 horas antes os seguintes documentos: TRCT - TERMO DE RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO 12 ÚLTIMOS COMPROVANTES DE PAGTO. (Holerites) O horário para o agendamento é das 09:00 ás 16:00. 2 - AGENDAMENTO DE HOMOLOGAÇÃO - BANCÁRIOS FALECIDOS O agendamento é realizado normalmente conforme procedimento acima. Segue a documentação para este caso: Termo da Rescisão Contratual 12 - ultimos hollety No dia da homologação além dos documentos do item 3, o procurador deverá trazer também: 1 - Cópia simples da procuração 1- Cópia simples do motivo da falecimento (certidão de Obito) e demais documentos que serão solicitados durante o agendamento para que o procurador receba todos as verbas corretamente. 3 - DOCUMENTOS PARA O "DIA" DA HOMOLOGAÇÃO I - Conferência para Homologação do TRCT- Prazo 48 horas antes deverão ser entregues ao setor competente. 1- Os documentos de homologação deverão ser entregues 48 horas antes do ato homologatório, para viabilizar a conferência dos cálculos constantes do TRCT, bastando para conferência apenas cópia do TRCT e os Últimos 12 demonstrativos de pagamento ou ficha financeira. II - Documentos necessários 1- Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho em 5 (cinco) vias. 2- Últimos 12 demonstrativos de pagamento ou ficha financeira. 3- Carteira de Trabalho (todas que o funcionário possuir) com todas as atualizações de salários, férias, promoções e as fusões ocorridas entre as instituições e a comprovação das contribuições sindicais. 4- Carta do aviso prévio. 5- Exame médico demissional - NR-7. 6- Formulário de seguro desemprego. 7- Extrato atualizado do F.G.T.S , qual seja, extrato para fins rescisórios emitido pela CEF . GRFC com autenticação bancária, comprovando o recolhimento da multa, e depósitos das verbas rescisórias. 8- Demonstrativo do trabalhador de recolhimento FGTS rescisório, destacando o valor do trabalhador ( 40% ) e o valor devido pela empresa ( 50% )- informações financeiras. 9- Comprovante de pagamento ou cheque administrativo para pagamento da rescisão no ato da homologação 10- Cópia do pedido de demissão. 11- carta de concessão ao aposentado 12- Carta de preposição e confirmação se o mesmo é empregado do banco (exibição do crachá ou carteira funcional), para validar a representação junto ao Sindicato. 13- Procuração com firma reconhecida com poderes específicos para a o ato homologatório, quando o trabalhador estiver ausente para o ato homologatório. III - Ausência do ex-empregado para homologação: O empregador deverá comprovar a convocação do ex-empregado 72 horas antes do ato homologatório. Comprovando que o empregado estava ciente da data, horário e endereço da homologação no Sindicato, através de envio de telegrama, ou carta comunicando a homologação devidamente assinada pelo empregado. Emissão de “carta de faltante “- Na hipótese de trabalhador ausente – o Sindicato certificará a validade da convocação e ausência do interessado, a fim de interromper-se o prazo para a homologação, conforme determina a cláusula 41ª. da CCT em vigor. “Emissão de carta de faltante “ IV- Demais documentos e orientações: 1- Orientações quanto à prorrogação do Plano de Saúde conforme CCT, além de orientações sobre a lei 9656/98, que assegura plano de saúde vitalício ao aposentado, além da prorrogação de no mínimo 6 meses e um máximo de em até 24 meses, como beneficiário da assistência médica. 2- Frise-se que as informações quanto ao Plano de Saúde e Fundo de Pensão, o preposto de cada instituição, deverá trazer as informações de valores e procedimentos, além do telefone de contato do departamento responsável na instituição. 3- Quanto ao curso de requalificação profissional, previsto em CCT, fornecemos um folheto com valor da verba para ser utilizada e prazo para o requerimento da mesma, bem como relação de cursos oferecidos pelo centro de Formação do Sindicato, com endereço e telefone para mais informações

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  • Saúde e Previdência

  • 1. Sinto-me desanimado, com dificuldades para dormir, impaciente e mal humorado. O que devo fazer?

    Esses sintomas podem aparecer para qualquer pessoa, independentemente da idade e do sexo. Repare se você tem se sentido assim já há algum tempo ou se esses sintomas vão e voltam. Caso a resposta seja positiva, procure um médico, para que você seja orientado. Caso não tenha gostado da consulta ou tenha dúvida da efetividade das orientações, procure outro para uma segunda opinião.

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  • 2. Tenho dor nos braços, pescoço ou coluna e, às vezes, formigamento e dormência. O que devo fazer?

    Procure um médico e siga as orientações. Caso não tenha gostado da consulta ou tenha dúvida da efetividade das orientações, procure outro para uma segunda opinião.

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  • 3. Como saber se a(s) doença(s) que tenho é (são) relacionada(s) ao trabalho?

    É importante a sua percepção. Você acha que os sintomas que tem atualmente começaram por situações relacionadas direta ou indiretamente com o seu trabalho? Você conhece colegas com os mesmos sintomas ou que tomam medicamentos para se acalmar ou para dormir à noite?

    Se as respostas às questões anteriores forem positivas, há boas chances de se tratar de uma doença ocupacional.

    As doenças do sistema musculoesquelético e as psíquicas são relacionadas ao trabalho bancário.

    O Ministério da Saúde (portaria 1339/99) e o Ministério da Previdência Social reconhecem mais de 200 doenças relacionadas ao trabalho.

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  • 4. O que é uma CAT ?

    CAT – Comunicação de Acidente do Trabalho é um documento emitido on line que deve ser providenciado sempre que houver um acidente ou doença relacionada ao trabalho.

    Pela lei 8.213/91, o empregador é responsável por disponibilizar a CAT. Caso ele se recuse, o sindicato, médico ou o próprio paciente podem emitir o documento, entre outros.

    Independentemente de quem o faça, por lei, a CAT deve ser registrada pelo INSS.

    No caso da não emissão por parte da empresa, entre em contato com o Sindicato pelo 3188-5200 ou pessoalmente na Rua São Bento,413; Edifício Martinelli

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  • 5. Meu médico me deu um atestado de até 15 dias de afastamento. Como devo proceder?

    Tire uma cópia do atestado e entregue o original para o seu gestor ou departamento de RH. O banco é obrigado a protocolar. Depois arquive ou digitalize esse documento.

    Cada empresa tem um fluxo administrativo. Procure saber como é onde trabalha, mas saiba que o banco é responsável pelo pagamento dos 15 primeiros dias de afastamento.

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  • 6. E se o médico der afastamento por mais de 15 dias?

    Você deverá ser submetido à perícia do INSS, mediante requerimento a ser encaminhado pelo banco ou por você mesmo.

    O banco deve marcar perícia entre 16º e o 30º dia de afastamento.

    Se você preferir, pode marcar por conta própria. Basta avisar ao banco e informar sobre a data da perícia assim que tiver marcada.

    O perito do INSS poderá conceder ou negar o benefício requerido, ou seja, o auxílio doença.

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  • 7. O que levar na perícia?

    É obrigatório levar o relatório médico (deve ter sido expedido em até 30 dias. Caso a perícia demore, deverá retornar ao médico para expedição de atestado atualizado) e a DUT (Carta do banco que informa a data do último dia trabalhado),ver cláusula 47ª .

    Importante levar também a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), se for o caso; exames e laudos de exames recentes; cópias de prontuários médicos; relatórios de fisioterapeutas e/ou psicólogos ou psicoterapeutas; receitas de remédios que está tomando.

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  • 8. Como saberei se o INSS concedeu meu benefício?

    Através do Comunicado de Decisão, que deverá ser entregue imediatamente após a perícia. Nesse documento deverá constar também a natureza do benefício concedido (acidentário ou comum) e o prazo de duração.

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  • 9. O INSS reconheceu o direito ao benefício. É acidentário ou comum?

    Existem duas espécies de benefícios. O Auxilio Doença Previdenciário (B31) e o Auxilio Doença Acidentário (B91). Ambos têm o mesmo valor.

    A cláusula 28ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária garante a complementação se o valor do INSS for menor que o salário no banco.

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  • 10. Quais as diferenças entre o auxílio-doença acidentário (B91) e o auxílio-doença previdenciário (B31)?

    B91 - O INSS reconhece a relação de causa e efeito entre o trabalho e a(s) doença(s). Neste caso, o empregador deve recolher o FGTS do trabalhador durante o período em que estiver afastado. Existe estabilidade no trabalho de pelo menos 12 meses após a cessação do benefício.

    B31 - O INSS não reconhece a relação de causa e efeito entre o trabalho e a(s) doença(s). Neste caso, o empregador não recolhe o FGTS. Existe estabilidade de dois meses após a cessação do benefício, no caso de afastamento igual ou superior a seis meses (cláusula 26ª da Convenção Coletiva de Trabalho - CCT)

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  • 11. O tempo de afastamento é contabilizado para efeito de aposentadoria?

    Sim, em ambos os casos todo o período afastado é contabilizado para efeito de aposentadoria.

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  • 12. Minha alta do INSS está agendada para breve, mas não me sinto em condições de trabalhar. O que devo fazer?

    Desde que esteja atestado pelo seu médico, a partir de 15 dias antes da data de cessação do benefício, é possível agendar pelo telefone 135 da Previdência Social ou pelo site do INSS o PP (Pedido de Prorrogação) de benefício. No dia agendado leve o relatório médico atualizado e todos os documentos conforme levou na primeira perícia.

    Importante: comunique por escrito ao banco seus procedimentos junto ao INSS.

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  • 13. O INSS cessou o benefício, mas não me sinto apto para trabalhar.

    Se o benefício cessou, você não marcou o PP (Pedido de Prorrogação) e mesmo assim não vai voltar a trabalhar, terá ainda 30 dias para agendar um PR (Pedido de Reconsideração), quando deve proceder, no dia da perícia, da mesma forma que na perícia inicial, levando relatório médico atualizado e toda documentação necessária.

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  • 14. Quais são os direitos de alguém que tenha uma doença relacionada ao trabalho?

    Nos casos de afastamento do trabalho, não há período de carência para marcar perícia no INSS (artigos 24 e 26 da Lei 8.213/91). O paciente tem o fundo de garantia recolhido pelo empregador durante o período de afastamento e estabilidade de pelo menos 12 meses após o retorno ao trabalho.

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  • 15. O INSS me concedeu B31 (Auxilio Doença Comum), mas tenho uma doença do trabalho, o que fazer?

    Comparecer ao posto do INSS onde teve o benefício concedido e entrar com Pedido de Reversão de Espécie de Benefício, de Previdenciário (B31) para Acidentário (B91). Agendar também consulta no atendimento jurídico do Sindicato (3188-5200) sobre possível ação contra o INSS.

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  • 16. Quando o INSS não concede o benefício, o que fazer?

    Existem dois caminhos:

    1. Tentar a volta ao trabalho informando a empresa o resultado da perícia médica e que vai retornar.

    A empresa deve marcar o médico do trabalho para o exame de retorno. Neste caso:
    • Se for considerado apto, vai retornar ao trabalho.
    • Se for considerado inapto, deve marcar outra perícia no INSS, o PR (Pedido de Reconsideração), levando relatório médico atualizado e o encaminhamento do médico do trabalho, juntamente com os outros documentos. Neste caso, cabe pedir o adiantamento de salário até a próxima perícia, conforme a Cláusula 61ª da Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários.

    2. Marcar outra perícia direto (PR) sem tentar o retorno ao trabalho. Deve ter a recomendação médica de se manter afastado, comunicar o banco o resultado da perícia e marcar o PR, comunicando também o banco. Neste caso, não cabe pedir outro adiantamento de salário.

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  • 17. Em relação ao banco, como fica minha situação durante o afastamento?

    • Cesta Alimentação - Permanece por 180 dias a partir da data do afastamento (Cláusula 15ª da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria)

    • Auxílio Babá ou Auxílio-Creche

    • Tem direito ao complemento salarial do banco por até 2 anos, quando o pagamento do INSS for menor do que o do bancário.(Cláusula 28ª da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria)

    • Adiantamento de Salário até receber do INSS na primeira perícia( Cláusula 28ª)

    • Plano de Saúde - mantém da mesma forma

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  • 18. Assalto é acidente de trabalho?

    Se o assalto aconteceu no banco ou no trajeto é acidente de trabalho.

    Importante saber que em qualquer caso de assalto, o Sindicato deve ser comunicado. Outra coisa importante é obter uma cópia do Boletim de Ocorrência (B.O.), mesmo que o seu nome não esteja mencionado.

    Para registro da CAT ,é necessário ter um relatório médico com diagnóstico (CID).

    Procure o Sindicato pelo 3188-5200, pessoalmente ou pelo e-mail saude@spbancarios.com.br.

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  • 19. Tenho estabilidade pelo B91, me afastei novamente e tive a concessão de B31. Perco a estabilidade anterior?

    Não. Prevalece a estabilidade do benefício acidentário concedido anteriormente (B91).

    Se nesse novo benefício (B31), o problema de saúde continua sendo o mesmo que gerou o benefício acidentário de antes, cabe entrar com pedido de Reversão de Espécie de Benefício, conforme mencionado anteriormente.

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  • 20. Quando fico afastado eu perco as férias?

    Não. No entanto, a depender do período de afastamento (quando superior a seis meses) pode ser modificada a contagem do período aquisitivo. Neste caso consulte o departamento jurídico do Sindicato no 3188-5200.

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  • 21. Quando estou afastado pelo INSS, recebo o 13º salário?

    Sim. O INSS paga proporcionalmente ao período de afastamento e a empresa paga proporcionalmente ao período trabalhado.

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  • 22. O que é Assédio Moral?

    Assédio Moral é caracterizado por formas de constrangimento ao trabalhador por seus superiores ou mesmo colegas de trabalho. Quando o trabalhador é exposto constantemente a atos negativos, repetitivos, que denigram sua dignidade ou intimidam ou apavoram ou causem desconforto nas outras pessoas.

    Envolve comunicação desrespeitosa ou hostil. A pessoa que sofre a ação sente dificuldade em se defender. São situações vexatórias durante o trabalho.

    São exemplos de Assédio Moral ameaçar de demissão, ofender, sobrecarregar de trabalho, dificultar a execução de tarefas, isolar a pessoa, desmoralizar publicamente, desvalorizar o trabalho efetuado, expor a vida ou problemas particulares, cobrar desmedidamente o rendimento do empregado ou deixar de conversar com a pessoa.

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  • 23. Como denunciar o Assédio Moral ?

    A denúncia deve ser registrada via site do Sindicato. O link está na capa principal, na coluna da direita (Assédio Moral - Acesse Canal de Denúncia).

    Pode ser feita também pessoalmente, na sede do Sindicato (Rua São Bento, 413, Sé) e nas regionais.

    O sigilo é garantido.

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