Greve da Caixa Federal cresce no segundo dia Às 14h trabalhadores fizeram ato de protesto na avenida Paulista |  | Mobilização segue intensa |
São Paulo - A greve dos bancários da Caixa Econômica Federal chega nesta quinta, dia 4, ainda mais forte do que já foi na quarta, dia 3, quando ela teve início. Pressionada, a direção do banco chamou os trabalhadores para uma negociação. Pouco depois, às 14h, os bancários fizeram um ato de protesto contra a falta de contrapropostas na avenida Paulista.
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Neste segundo dia, 172 agências (145 totais e 27 parciais) de São Paulo, Osasco e região aderiram ao movimento, representando 70% das 247 existentes, além de 15 centros administrativos (13 totais e 2 parciais). Na quarta foram 151 fechadas (125 totais e 26 parciais), ou 61% do total, e sete centros administrativos. O número de bancários de braços cruzados subiu de 3,5 mil para 4,5 mil.
O maior número de agências fechadas está na zona leste: 43. Na Norte são 25; Osasco registra 22; Na Oeste mais 17; 16 na Sul; 15 no Centro e sete nas redondezas da Avenida Paulista. Já a greve parcial atinge 10 agências na Sul, cinco na Paulista, quatro na Oeste e em Osasco, duas na Leste e uma no Centro e na Norte.
Já centros totalmente fechados são quatro na Paulista; três no Centro e na Leste e um na Oeste, Osasco e Sul. Nestes dois últimos há ainda um parcialmente fechado em cada.
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Reivindicações - Os representantes dos trabalhadores apresentaram propostas para a direção do banco para a melhoria do Plano de Cargos e Salários, Participação nos Lucros e Resultados e isonomia e condições de trabalho.
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“O canal do diálogo tem de ser mantido. A negociação tem de trazer resultados concretos. A Caixa tem condições de responder as reivindicações dos bancários”, disse o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, Luiz Cláudio Marcolino, que participa das negociações.
André Rossi - 04/10/2007