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Greve dos bancários chega ao 18º dia

Linha fina
No final da manhã, federação dos bancos apresentou proposta de reajuste para a categoria
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São Paulo – De braços cruzados. É assim que os bancários acompanham a negociação desta sexta-feira 23 com a federação dos bancos. Agências de todas as regiões, em São Paulo, Osasco e região, estão paradas no 18º dia de greve. No final da manhã, foi apresentada proposta de reajuste.

> Proposta de reajuste: 10% no salário; 14% no vale

Na quinta-feira 22 foram fechados 957 locais, sendo 950 agências e sete prédios administrativos, mobilizando cerca de 26 mil trabalhadores de São Paulo, Osasco e região.

> Fotos: zonas norte, sul, lesteoeste e centro de SP
> Fotos: região da Paulista e Osasco   

Desde que as negociações foram retomadas, na terça 20, os bancos vinham insistindo em propostas de reajuste abaixo da inflação. Primeiro 7,5%, depois 8,75%: índices que não repoem a inflação de 9,88% (INPC).

Banco do Brasil e Caixa Federal mantêm a sinalizacão de retomar as negociação específicas tão logo encerrada a mesa com a Fenaban.

Eles podem – Outros setores da economia como químicos e metalúrgicos, estão pagando aos seus trabalhadores reajuste que cobre a inflação. Com data base em 1º de setembro, como os bancários, dezenas de empresas do ABC paulista – mesmo diante dos efeitos da queda na venda de automóveis e caminhões – ofereceram aos seus empregados a garantia do índice que repõe a inflação de 9,88%.

O setor químico de São Paulo propôs aos seus funcionários a correção dos salários pelo INPC do período de novembro de 2014 a outubro de 2015, que deverá girar em torno de 10%. A data base da categoria é 1º de novembro.

Redes sociais – Nesta sexta, das 10h às 14h, trabalhadores voltam a se manifestar no Twitter Use a hashtag #ExploraçãoNãoTemPerdão. Siga o perfil do Sindicato: @spbancarios.

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Redação - 23/10/2015
(Atualizado às 18h02)
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